Dobro os joelhos Quando você, me pega Me amassa, me quebra Me usa demais...
Perco as rédeas Quando você Demora, devora, implora E sempre por mais...
Eu sou navalha Cortando na carne Eu sou a boca Que a língua invade Sou o desejo Maldito e bendito Profano e covarde...
Desfaça assim de mim Que eu gosto e desgosto Me dobro, nem lhe cobro Rapaz! Ordene, não peça Muito me interessa A sua potência Seu calibre, seu gás...
Sou o encaixe O lacre violado E tantas pernas Por todos os lados Eu sou o preço Cobrado e bem pago Eu sou Um pecado capital...
Eu quero é derrapar Nas curvas do seu corpo Surpreender seus movimentos Virar o jogo Eu quero é beber, o que dele Escorre pela pele E nunca mais esfriar Nunca mais esfriar Nunca mais esfriar Minha febre...
(Isabella Taviani)
21:05 - 21/06/2008
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